Quinta do Crasto

Por Rui Falcão*

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Quinta do Crasto começou a fazer vinho de mesa em 1994, no entanto, foram inicialmente impedidos de vender o seu vinho dentro Portugal devido a uma disputa sobre o seu nome, já definido como marca de outro produtor nacional. Isso foi mais tarde resolvido visto que este outro não manteve o interesse no nome.

Durante os primeiros anos, a Quinta do Crasto vendeu seus vinhos exclusivamente na Inglaterra, que teve o privilégio de degusta-los exclusivamente durante quatro ou cinco anos. A família Roquette transformou a Quinta do Crasto de uma vinícola que simplesmente vendia uvas ou Vinho do Porto, para produtores já estabelecidos da região, em um dos nomes mais reconhecidos na indústria de vinho de Portugal.

Isso conseguido através da consolidação da propriedade pela aquisição das pequenas glebas subdivididas entre os membros e herdeiros da família no Crasto.

Situado em uma área de natureza fantástica e uma quantidade incrível de vinhas velhas com mais de 100 anos de idade, a família desfruta da fama de produtores de marcas como Maria Teresa e Vinha da Ponte - feitos a partir dessas cepas centenárias. Em 2009, o Reserva Vinhas Velhas foi reconhecido como o terceiro melhor vinho do mundo pela revista Wine Spectator.

 

 


* Rui Falcão is a renowned Portuguese wine journalist, author and wine educator.  He is also a judge at several international wine competitions.